Receba Folha do Centro gratuitamente - Mande um Whatsapp para (21) 96471-7966 Edição N° 285 - Junho de 2020.
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Atualmente negligenciada, Praça da Cruz vermelha já foi ponto de encontro de moradores do Centro

Quem passa pela Praça da Cruz Vermelha atualmente não consegue imaginar a importância que o espaço tinha em um passado bem recente. O estado atual da Praça é de abandono, com acúmulo de sujeira, excesso de população de rua e visíveis sinais degradação. Apesar do empenho de grupos de moradores e lideranças da região para revitalizar a Praça, o local continua distante dos tempos áureos, onde era a principal área de lazer do bairro.
As ruas no entorno da Praça foram fechadas para se tornarem uma área de lazer criada pelo então administrador regional do Centro, Carlos Augusto da Cidade. Aos finais de semana, o espaço era “invadido” pela criançada, se tornando um destino certo de moradores do bairro, com promoção de eventos, atividades culturais, shows e exposições. “A Praça era um lugar reservado para o lazer, diversão, recreação e para o encontro com os amigos. Nós promovíamos também o projeto Brincando na Praça, com várias atividades coletivas para as crianças e para toda a família”, relata Carlos Augusto, atual presidente da Associação de Moradores e Amigos da Cruz Vermelha e Adjacências.
Além do caráter recreativo, a Praça também era um marco Ideológico e social do bairro, onde aconteciam manifestações pela implantação do metrô no local, com a presença em massa dos moradores, imprensa, lideranças e autoridades. A Praça era um local de convívio e trocas, com uma cultura agregadora e compartilhada entre a comunidade do Centro.
Atualmente o lugar tem gerado muitas reclamações dos moradores, faz um bom tempo que não vê nenhuma modificação significativa na praça. Mesmo com a presença do Centro Presente, a sensação de insegurança é reiterada pelo estado de descuido. “A Praça deveria ser uma prioridade no cronograma de manutenção de praças da Prefeitura. Aqui nós temos importantes instituições no entorno, como a Cruz Vermelha e o INCA, que recebem pessoas de todo o Estado do Rio. As praças são espaços de convívio onde todos os integrantes da família e da comunidade tem o direito de usufruir”, conclui Carlos Augusto.

 

 
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