ANUNCIE NA FOLHA DO CENTRO - LIGUE TEL. 2242-9344 Edição N° 276 - Setembro de 2019.
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Moinho Fluminense ainda sem destino definido

Novos proprietários do imóvel não se manifestaram sobre a utilização do espaço
Vendida recentemente para um grupo paulista, o prédio da fábrica Moinho Fluminense, no bairro da Gambôa, continua fechado e sem previsão de reabertura. Os novos proprietários não informaram qual será o destino do imóvel, e moradores da região esperam que a antiga fábrica se transforme em um Shopping Center ou em algum empreendimento que traga movimento para o bairro. A fábrica foi inaugurada em 1887 e o prédio faz parte da história do Rio de Janeiro e do país.
O imóvel ocupa uma área de 27 mil m2 na Rua Sacadura Cabral. O grupo Autonomy Investimentos e Affiliates, novo proprietário do prédio, ainda não revelou seus planos para o imenso espaço ocupado pela propriedade. Especula-se que, pelas características do grupo, o imóvel possa se transformar em um complexo de escritórios.
Até o ano de 2014, o prédio era ocupado pela Bunge Alimentos, que se transferiu para Duque de Caxias. A mudança diminuiu significativamente o movimento de pessoas na região. A fábrica na época foi projetada para ser o moinho mais moderno da América Latina. Foram utilizadas na época, tecnologia de ponta nos processos de recebimento da matéria-prima, de classificação e beneficiamento dos grãos e de monitoramento e controle dos equipamentos de moagem e envase. O moinho possui capacidade de moagem de mais de 600 mil toneladas de trigo por ano, abrigando ainda um centro de distribuição com capacidade para armazenar 6,6 mil toneladas de produtos.

 

 
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