FOLHA DO CENTRO - ESTÁ COMPLETANDO 24 ANOS EM AGOSTO Edição N° 275 - Agosto de 2019.
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Falta de manutenção no Elevado Paulo de Frontim causa preocupação

Há anos que elevado Paulo de Frontin, uma importante via de ligação entre a Zona Norte e Zona Sul da cidade não recebe a manutenção necessária. Os sinais de abandonam agora já estão bastante visíveis ao longo de toda a estrutura. Não é difícil observar plantas crescendo entre as rachaduras do viaduto, além de buracos e reboco com eminente risco de queda. Há cerca de três anos, parte do reboco caiu, atingindo um taxi que passava pelo local.
Nas redes sociais, a falta de manutenção é motivo de comentários preocupantes por parte da população e motoristas que utilizam a via. “Esse viaduto é uma tragédia anunciada. Qualquer hora ele desaba de novo, e só aí que as autoridades irão tomar providências”, comentou um internauta em referência ao desabamento de um trecho de 50 metros do elevado em 1971, onde 20 pessoas morreram e 18 ficaram feridas.
O vereador Reimont Otoni (PT-RJ) disse à Folha do Centro que “Embora não esteja na lista de obras, o Elevado Paulo de Frontin merecia atenção, pois são visíveis os problemas na estrutura. Sou morador da Zona Norte, e passo pelo viaduto. Não tenho parâmetros técnicos, mas como leigo, não é preciso ser especialista para ver a queda de reboco e a vegetação nascendo nele. Mas não é só o viaduto Paulo de Frontin que desperta o nosso temor. A cidade do Rio de Janeiro, devido a sua topografia montanhosa entre o mar e matas, tem mais de 20 viadutos, que precisam de reparo e a maioria necessita de recuperação estrutural, segundo levantamento da prefeitura. Na mesma situação, encontram-se passarelas e pontes. Os cariocas estão em risco e a manutenção é a única forma de se evitar acidentes”, disse o vereador, autor da CPI, que apura as causas do desabamento de uma estrutura do túnel Rafael Mascarenhas, na Gávea, e averigua as condições de conservação dos equipamentos públicos da cidade, tais como viadutos, elevados, túneis e passarelas.
A queda de parte do viaduto em 1971 provocou uma nuvem de poeira que durou cerca de 20 minutos e abalou os prédios das proximidades. Quando a poeira baixou, era possível ver que a estrutura do elevado se partira formando um “V”. Foram atingidos 22 carros, um caminhão e um ônibus, esmagados na travessia da Rua Haddock Lobo

 

 
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