FOLHA DO CENTRO - ESTÁ COMPLETANDO 24 ANOS EM AGOSTO Edição N° 275 - Agosto de 2019.
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Desordem urbana cerca edifício na Avenida Rio Branco

Camelôs, população de rua, sujeira e o descaso são cenas recorrentes na vida de quem transita pela Avenida Rio Branco, no Centro da cidade. Plásticos estendidos no chão se transformam em vitrines para a venda de livros usados, aparelhos eletrônicos, utensílios de uso doméstico, além de CD’s e Dvd’s piratas de programas de computador e jogos.
O Edifício Avenida Central está localizado num dos pontos estratégicos do centro carioca. É um prédio de 34 andares, 110 metros de altura, 1.061 salas e 200 lojas. O local é um grande pólo especializado em vendas de equipamentos de informática e eletroeletrônicos, o maior do Rio de Janeiro. O entorno do edifício está tomado pelo comércio irregular, principalmente nas duas entradas do prédio e também na saída do metrô.
A percepção é que neste trecho da Av. Rio Branco está um verdadeiro caos. Varais são estendidos entre postes e árvores para exibir mercadorias à venda. Em meio a bancas de jornal, lixeiras e pedestres, os vendedores ambulantes disputam espaço nas calçadas com moradores de rua.
Além do transtorno na vida dos transeuntes, o aumento dos camelôs contribui diretamente para a decadência do comércio formal. “O poder público deve tentar coibir esses camelôs porque eles estão aqui há muitos anos. E eles se acham no direito adquirido só porque estão aqui há muito tempo. É um problema porque as pessoas mal conseguem passar. É cheio de camelô fazendo venda. Eles ficam gritando aqui na frente, às vezes até brigam entre eles”, disse um comerciante do edifício que preferiu não se identificar.
Parte dos vendedores ambulantes instalados na saída da estação estão regularizados junto à prefeitura, e são autorizados a trabalhar naquele local. No entanto, camelôs sem registro aproveitam a presença destes para comercializar os seus produtos. Para o Síndico do Edifício Central, Marcelo Pinheiro, “A guerra entre camelôs e o comércio informal no Centro do Rio é perversa. O número de camelôs em situação irregular está crescendo muito na cidade. É conseqüência desta crise econômica sem precedentes, da corrupção e da ineficiência do poder público”, desabafa o síndico.
O Edifício Central foi o primeiro prédio do centro do Rio de Janeiro erigido em estrutura metálica, em lugar do concreto armado. No seu centro comercial há uma infinidade de serviços, lojas de informática, restaurantes, clínicas de estéticas, joalherias, farmácias, escritórios de advocacia, contabilidade e diversos outros estabelecimentos.

 

 
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