FOLHA DO CENTRO - ESTÁ COMPLETANDO 24 ANOS EM AGOSTO Edição N° 274 - Julho de 2019.
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Carlos Augusto da Cidade - carlosaugustodacidaderj@gmail.com

 

Painéis de publicidade já podem voltar ao Centro do Rio
A Câmara Municipal do Rio de Janeiro decidiu derrubar o projeto Cidade Limpa, que estabelecia regras para reduzir os anúncios publicitários em prédios da cidade. O projeto era válido em 30 bairros incluindo o Grande Centro, Zona Sul e Tijuca. Com a decisão, voltou a ser autorizados, anúncios em fachadas, outdoors, coberturas e laterais de prédios, lojas e shoppings. A mudança foi feita por meio de um decreto legislativo aprovado pelos vereadores cariocas. O texto revogou dois decretos assinados em 2012 pelo então prefeito Eduardo Paes (DEM), que criavam as chamadas Zonas de Preservação Paisagística e Ambiental no Rio. O objetivo do projeto era evitar a poluição visual da cidade.

Wi-fi gratuito nas Estações de Metrô
Muitas pessoas ainda sabem, mas as estações de metrô já estão todas equipadas com wi-fi disponível gratuitamente. A estação Central do Brasil é a que registra o maior número de acesso entre todas as estações da cidade. Uruguaiana é a terceira mais acessada. As estações podem ter até 15 mil pessoas conectadas ao mesmo tempo. Para se conectarão wi-fi, os usuários do metrô precisam fazer um cadastro rápido no próprio smartphone. O usuário tem o direito a 15 minutos de wi-fi gratuito que podem ser reconectados caso o tempo acaba antes do passageiro embarcar. O cadastro é feito apenas uma vez, e nas viagens seguintes basta apenas reconectar gratuitamente.

Brasil criminaliza a homofobia
A Suprema Corte Federal decidiu que atos de homofobia e transfobia serão considerados crimes no Brasil e terão o mesmo tratamento penal que o racismo. As penas nestes casos podem chegar a até cinco anos de prisão. A decisão foi tomada no mês em que se comemora o orgulho mundial LGBT, e contou com oito dos 11 juízes votando a favor. A tese fixada pelo Supremo é válida até que o Congresso aprove uma lei específica. Quanto aos grupos religiosos que se opõem à decisão, a sentença do STF esclarece que permitirá aos praticantes de todas as religiões manifestar sua oposição às relações homossexuais, desde que seja “de acordo a seus livros e códigos sagrados” e não se incorra na discriminação.

 

 
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