FOLHA DO CENTRO - 23 ANOS DE EXISTÊNCIA Edição N° 273 - Junho de 2019.
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Prédio da Cedae na Rua Riachuelo permanece inativo

Imóvel Centenário foi restaurado para abrigar o Centro Cultural ‘Casa das Águas’, primeiro espaço dedicado ao tema no país
Um prédio centenário do Centro da cidade, localizado na Rua do Riachuelo 287, chama a atenção de quem passa pela rua, por conta de sua arquitetura imponente e detalhada. O imóvel, que pertence à Cedae, foi totalmente restaurado para receber o Centro Cultural ‘Casa das Águas’, que tinha previsão de ser inaugurado em 2015 como parte das comemorações dos 450 anos do Rio de Janeiro. O edifício, no entanto, continua fechado e começa a mostrar pequenos sinais de deterioração da fachada.
O Centro Cultural seria o primeiro espaço do Brasil exclusivamente dedicado à água. Entre as atividades, estavam previstas exibição de filmes, atividades educativas e jogos, além de eventos para aumentar a consciência ecológica dos visitantes, principalmente em relação ao uso racional da água.
As obras de restauro do prédio terminaram em 2014. De lá pra cá o imóvel segue inativo, e não há previsões de quando será inaugurado o Centro Cultural. No imóvel já funcionou a sede da antiga Inspeção Geral de Obras Públicas da Capital. A fachada é datada do século passado, e foi totalmente preservada.
O Projeto de restauro, de acordo com a Cedae, passou por uma recuperação estrutural, na qual foram implantadas novas instalações elétricas, hidráulicas, de esgoto e de ar condicionado, construção de novas escadas e instalação de elevadores para serem usados pelo público.
O Imóvel
O prédio é uma jóia da arquitetura carioca. Foi construído no final do século 19, na Rua Mata Cavalo, atual Rua do Riachuelo. O prédio foi adquirido em 1901 pelo Governo da República, por meio do Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas para servir de sede à Inspeção Geral de Obras Públicas da Capital Federal. Anos depois, em 1930, o órgão e o imóvel passaram a pertencer ao Ministério da Educação e Saúde Pública.
Em 1992, o prédio passou a integrar o Corredor Cultural da Lapa, com o decreto municipal que determinou o tombamento ou preservação das edificações da região da Cruz Vermelha e adjacências. De 1966 a 1968 o edifício foi cadastrado como Companhia Estadual de águas da Guanabara (Cedag), atual Cedae

 

 
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