FOLHA DO CENTRO - 23 ANOS DE EXISTÊNCIA Edição N° 266 - Novembro de 2018.
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Rio contra a raiva: Região central e Paquetá recebem etapas da campanha de vacinação animal

Colaborou: Carlos Oliveira
Começou a campanha de vacinação de cães e gatos contra a raiva. Com o tema “Se liga, bicho! Raiva é caso sério”, ela tem a meta de vacinar 500 mil animais até o dia 15 de dezembro deste ano. A campanha foi dividida em cinco etapas, aos sábados, para alcançar todas as regiões da cidade. A primeira etapa acontece de em 145 postos espalhados por bairros da Zona Sul, região central, parte da Zona Norte, Ilha do Governador e Paquetá. Os endereços de todos os postos podem ser conferidos no site da Vigilância Sanitária.
Além dos postos fixos de vacinação, pela primeira vez a campanha tem ação específica para vacinar os animais de moradores de ruas. Em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, uma Kombi vai circular por locais de difícil atender a essa população. As próximas etapas da vacinação serão realizadas nos dias 10 e 24 de novembro, e 08 e 15 de dezembro, das 09h às 17h, em centenas de postos espalhados por toda a cidade.
A raiva é uma doença que compromete o sistema nervoso do homem, sendo incurável e com índice de letalidade próximo a 100%. É uma zoonose viral e todos os mamíferos estão suscetíveis ao vírus causador da doença, mas cães, gatos e morcegos são os principais transmissores. A vacina é a única maneira de controlar a doença.
A raiva está controlada e sem apresentar registro de casos em humanos há 34 anos no Rio, mas ainda oferece risco à população, pois a cidade conta com um número alto de morcegos, cachorros e gatos. Caso uma pessoa seja mordida por um desses animais, deve lavar o local machucado imediatamente, com água e sabão. Ao mesmo tempo, deve-se procurar a unidade de saúde mais próxima, onde receberá os primeiros cuidados e será encaminhada para uma das unidades especificas que funcionam como pólo de profilaxia da raiva.
Orienta-se também isolar o animal por dez dias para observar a evolução da doença. Como orientação para a vacinação, a Vigilância Sanitária destaca que, os cães deverão estar com coleira e guia, e os gatos em caixas de transporte apropriadas. Animais com temperamento agressivo devem estar com focinheira. Sintomas como dores no local vacinado, febre e comportamento mais quieto do animal podem ocorrer por até 36h após a aplicação

 

 
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