FOLHA DO CENTRO - 23 ANOS DE EXISTÊNCIA Edição N° 263 - Agosto de 2018.
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Jornal Folha do Centro comemora 23 anos, participando de importantes momentos da região

O mês de agosto é especial para o Jornal Folha do Centro. O Tablóide mensal que cobre a região central do Rio de Janeiro está completando 23 anos de atuação na imprensa carioca. O veículo possui uma das maiores circulações entre os jornais impressos alternativos da cidade, e coleciona prêmios e homenagens ao longo dos anos.
A Folha do Centro conquistou o prestígio e o respeito dos moradores, trabalhadores, autoridades, e de todos que fazem parte do dia a dia do Centro. O Jornal foi fundado pelos jornalistas Marcus Resende e Carlos Augusto da Cidade no ano de 1995. “A intenção era criar um veículo que viesse integrar a comunidade em torno de um bem comum que é valorizar a nossa região e destacar o bairro e seus moradores, muitas vezes esquecidos pela grande imprensa”, esclarece Carlos augusto, atualmente editor do jornal.
O jornal agrega a região da Lapa até São Cristóvão, passando por Santa Teresa, Zona Portuária, Estácio, Bairro de Fátima, Cidade Nova e Centro Comercial. Durante sua trajetória, a Folha do Centro partilhou de valorosos momentos na região onde atua.
Representado por Carlos Augusto da Cidade, a Folha do Centro foi militante em denunciar e pleitear benefícios para a região. O noticiário apoiou a criação da Associação de Moradores da Cruz Vermelha e Adjacências, como forma de unir forças em proveito dos moradores, assim como foi criada a área de lazer no entorno da Praça aos domingos, onde o jornal amplificou o anseio dos moradores pela criação do espaço.
Em 1979 houve a tentativa de transferir a Maternidade da Praça XV para a Zona Norte. O jornal com várias Associações de Moradores liderou uma manifestação contra a transferência da mesma e quando assumiu o novo Prefeito foi sugerido um novo espaço para a Maternidade na Rua Moncorvo Filho, onde em 2004 foi construída o Hospital Maternidade Maria Amélia Buarque de Holanda.
A publicação também foi atuante na remoção do IML da Av. Mem de Sá, denunciando os transtornos causados aos moradores e reivindicando as autoridades a transferência do IML para outra região que não fosse totalmente residencial, principalmente pelo mau cheiro que inquietava a localidade.
Atualmente o jornal conserva o prestígio conquistado, reafirmando junto aos seus leitores, seu compromisso de um jornalismo independente, sério, de qualidade e que busca incessantemente temas relevantes para a região. A Folha do Centro foi o único veículo a denunciar o abandono da região residencial e, com sucessivas cobranças, potenciou a revitalização da Rua do Riachuelo e do Bairro de Fátima, além de ações culturais, como por exemplo, a conquista de uma sede para o Cine Santa, que funcionava provisoriamente na matriz da Igreja Anglicana, no Largo dos Guimarães em Santa Teresa.
O Projeto Dançarte, que promove aulas de dança para pessoas de baixa renda no Centro, foi fundado em 2002 com o apoio do jornal, propagando suas atividades e conquistando parcerias e incentivos para o Projeto. O Dançarte hoje atende cerca de 200 famílias da região com aulas de dança e mostras culturais, fomentando a arte. O Projeto Vida Saudável, que vigorou entre 2006 e 2011, atendia mais de 700 alunos por mês da terceira idade com o apoio e divulgação massiva do Jornal.
O público do Jornal, ávidos por conteúdo de qualidade em relação ao Centro, acompanhou por diversos momentos o desdobramento de casos e acontecimentos publicados pela Folha. “O Jornal sempre deu o merecido espaço ao morador e ao trabalhador que frequenta a nossa região. O Centro interessa a todo o Rio de Janeiro, todas as pessoas da cidade passam por aqui, pois temos importantes instituições, e uma cadeia imensa de pessoas que trabalham aqui, pois é o local que mais gera empregos em toda a cidade. Fico muito lisonjeado em ter fundado o jornal e vê-lo tão atuante e prestigiado ainda nos dias atuais com tanta tecnologia e informação. É muito recompensante ver que as pessoas ainda conservam o hábito de ler jornal e confiam nas informações que propagamos. São 23 anos de trabalho e muitos motivos para comemorar”, observa Carlos Augusto da Cidade, que é nascido e sempre viveu na região do Centro.

 

 
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