FOLHA DO CENTRO - 23 ANOS DE EXISTÊNCIA Edição N° 262 - Julho de 2018.
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Festival Literário de Paraty

Desde 2003, a Flip oferece todos os anos em Paraty uma experiência única, permeada pela literatura. Sempre em conexão com a cidade que a recebe, a festa é mais do que um evento, é uma manifestação cultural e neste ano ocorrerá de 25 a 29 de Julho. Numa interlocução permanente entre as artes, propaga vivências focadas sobretudo na diversidade.
Às margens do rio Perequê-Açu, numa arquitetura especialmente desenhada para cada ano da festa, autores se reúnem em conversas que transitam por múltiplos temas, como teatro, cinema e ciência. Além disso, a Flip oferece uma programação que mantém seus princípios fundadores: originalidade, intimismo, informalidade, o encontro singular entre escritores e público e, acima de tudo, ações de permanência. Flipinha, FlipZona e FlipMais compõem o programa da festa, com atividades que combinam literatura infantojuvenil, performance, debates, artes cênicas e visuais.
Cada edição presta homenagem a um autor brasileiro – uma maneira de preservar, perpetuar, difundir e valorizar a língua portuguesa e a literatura do Brasil. Pensados pelo curador da festa, os eixos temáticos são apresentados a partir de um vigoroso time de escritores e escritoras. Salman Rushdie, Don DeLillo, Ariano Suassuna, Isabel Allende, Neil Gailman, Angélica Freitas, Toni Morrison e Chico Buarque são alguns dos nomes que já circularam por Paraty. Como de costume, trazer à tona autores da nova geração também é parte fundamental da programação da FliP.
Paraty é um município especial. A singularidade de seu território é assegurada por seu rico patrimônio material e imaterial, cuja integridade se manteve preservada ao longo dos anos graças a um período de isolamento que faz parte da história da cidade.
No imaginário local ainda é muito comum atribuir o desenvolvimento da cidade até o século 19 à importância de Paraty como porto estratégico na rota de escoamento do ouro das Minas Gerais. No entanto, vem ganhando força a corrente que relaciona a importância dessa rota para o Planalto ao contrabando de mercadorias e ao tráfico de escravos. O fato é que, depois de um período de intenso desenvolvimento, durante os ciclos do ouro e do café, a dificuldade de acesso fez com que Paraty caísse em isolamento por mais de um século, um ciclo que só terminou com a abertura da BR-101, a rodovia Rio-Santos, na década de 1970.
Vá ao local e se encante com a história, natureza, gastronomia, prosas e versos de uma região tão encantadora!

 

 
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