FOLHA DO CENTRO - 23 ANOS DE EXISTÊNCIA Edição N° 262 - Julho de 2018.
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  Carta do Leitor  

Desordem urbana
Na rua Carlos Sampaio, no Centro, algumas pessoas que não podemos chamar de camelôs ocupam as calçadas com suas velhas quinquilharias que mais parecem ter sido retiradas de sacos de lixo. São celulares e carregadores que não funcionam, calculadoras que não calculam, roupas rasgadas e furadas, brinquedos com peças faltantes, ou seja, ninguém compra aquilo. Já presenciei brigas entre essas pessoas e quase fui atingido numa delas. A rua é muito usada por idosos, e ali passam linhas de ônibus. A via liga a Praça da Cruz Vermelha ao Bairro de Fátima. Talvez a guarda municipal devesse agir ali para desbloquear as calçadas. Como se isso não bastasse, algumas delas estão com buracos e faltam rampas de acesso para cadeirantes e pessoas com carrinhos de feira.
Marcelo Moreira - via e-mail

Centro Presente!
Trabalho no Centro e estou preocupada com o fim do Programa Centro Presente. Nunca fui assaltada, mas pessoas que trabalham na minha loja já foram roubadas nas ruas, perdendo celulares, cordões e objetos pessoais. Antes do Centro Presente eram comuns os assaltos a pedestres, principalmente na Presidente Vargas. A gente passava com muito medo e já presenciei também assaltos. Hoje em dia a gente encontra patrulhamento em todas as partes do Centro, e isso nos dá muita segurança e acolhimento, pois sabemos que existe policiamento próximo e atento. Depois do Centro Presente, eu nunca mais ouvi falar em assaltos nas ruas do Centro. Parabéns aos profissionais que nos trouxeram mais segurança.
Adriana Moura, 34 anos - Vendedora
Centro Presente ll
Fiquei emocionada com a ação dos seguranças do Centro Presente que ajudaram um senhor a recolher suas latinhas que se espalharam pelo chão quando a sua sacola rasgou. Foi um ato de solidariedade muito bonito. Os catadores são por vezes discriminados e os seguranças o trataram como um cidadão que estava trabalhando e merecia respeito. Já vi algumas vezes eles ajudando pessoas idosas e deficientes visuais a atravessarem a rua em segurança. O Centro mudou muito com a presença deles. Isso não pode acabar! O Centro é uma região importantíssima! É o coração financeiro e comercial da cidade. Precisamos dessa segurança e não queremos que o programa acabe, pois seria um abandono no Centro.
Lúcia Maura, 42 anos - Comerciante

Centro Presente lll
Fico apreensiva com a notícia de que o Centro Presente vai acabar. O Centro da cidade era terra de ninguém. Gangues organizadas praticavam assaltos constantes, principalmente na região da Central do Brasil. Todos os dias se tinham notícias de roubos e assaltos pelas ruas do Centro. Minha sobrinha mesmo já foi assaltada no ponto de ônibus perto da Rio Branco e depois disso ela nunca mais andou pelo Centro. Era um negócio assustador! Não queremos ver de volta aquelas cenas de assaltos que eram cotidianos aqui na cidade. A Prefeitura do Rio não pode acabar com o Centro Presente. A população precisa muito se sentir segura, e é um direito de todos nós.
Dalva Lucena, 46 anos - Advogada
Copa na Lapa
Realmente não existe melhor lugar para se comemorar a Copa do Mundo do que a Lapa. Quando a Copa foi realizada no Brasil em 2014, eu frequentava a Lapa praticamente todos os dias, e nunca ví um clima tão alegre e diversificado por aqui. A Copa deste ano não tem as mesmas proporções da anterior, mas a Lapa continua divertida e para mim não tem lugar melhor. Os turistas adoram e encontram na Lapa sempre um lugar bom para curtir, assistir aos jogos e se divertir. A Lapa realmente é o point da alegria carioca.
Fernando Souza - via Facebook

 

 
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