FOLHA DO CENTRO - 23 ANOS DE EXISTÊNCIA Edição N° 260 - Maio de 2018.
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Jornal Folha do Centro integra a Coleção Memória Nacional

 O Jornal Folha do Centro passou a fazer parte do acervo da Biblioteca Nacional, que reúne obras intelectuais produzidas no Brasil. Completando 23 anos de existência em 2018, o jornal agora faz parte das obras que ajudam a contar a história e a formar a identidade nacional do país. Mais de 250 edições da Folha do Centro foram catalogadas com um exemplar de cada edição desde o início da publicação no ano de 1995.
O Depósito Legal é definido pelo envio de um exemplar de todas as publicações produzidas em território nacional, determinadas por lei. Tem como objetivo assegurar a coleta, a guarda e a difusão da produção intelectual brasileira, visando à preservação e formação da Coleção Memória Nacional. A chefe da divisão de Depósito Legal, Alessandra Morais, enfatizou a importância de se preservar as publicações. “A gente atende muitos pesquisadores e muitos historiadores que geram novos conteúdos a partir do material que está no acervo. Cultura é memória e memória é tudo. O que estava acontecendo no Centro do Rio de Janeiro em 2018, por exemplo? A pessoa quer estudar, e ele vai pegar a Folha do Centro, vai ver as reportagens do jornal. Isso tudo é produção intelectual, que define a cultura e que no final das contas define o perfil de um país”, explica Alessandra.
A Biblioteca Nacional existe na maior parte dos países do mundo, e a divisão de Depósito Legal inclui obras de natureza bibliográfica e musical. “Quanto às publicações, estamos falando de jornais, revistas, livros, catálogos e os mais diversos tipos de materiais que compõem o acervo da Biblioteca Nacional. A coleção vem desde a biblioteca de Portugal que chegou com a família real portuguesa. Nós temos no acervo obras muito raras e antigas que já vieram para o Brasil com a família real” Completou Alessandra Morais.
O Jornal Folha do Centro é um dos veículos que mais cresce no Rio de Janeiro, conquistando uma nova parcela de leitores e ratificando a preferência de quem o acompanha ao longo dos anos. O jornal noticiou e continua noticiando inúmeros fatos locais de relevância para a comunidade e que, por ventura, não são noticiados ou encontram pouco espaço na grande imprensa.
O diretor-fundador do Jornal Folha do Centro, Carlos Augusto da Cidade, considera que a catalogação do jornal é uma forma de preservar a memória do Grande Centro para pesquisas e para as futuras gerações. “A Folha do Centro é um jornal que se aproxima da comunidade. O Jornal é muito tradicional e sempre foi muito bem recebido em todos os pontos de distribuição todos esses anos. Fazemos um jornalismo construtivo, sem abrir mão do papel independente, informativo e fiscalizador da imprensa, principalmente a alternativa”, diz Carlos Augusto.
Atualmente a Folha do Centro é disponibilizada no Centro, Santa Teresa, Rio Comprido, Catumbi e Estácio. O jornal é encontrado em todas as portarias dos edifícios comerciais e residenciais do Centro da cidade, além de mais de 60 bancas de jornal, nos centros culturais, na Zona Portuária, academias, teatros, faculdades, museus, instituições públicas e é amplamente distribuído na região da Saara. “Nós distribuímos 20 mil exemplares em cada edição da Folha do Centro. Para se ter uma ideia, é a mesma tiragem diária do Jornal do Brasil, que voltou esse ano para celebrar a mídia impressa do Rio de Janeiro. Para nós é uma honra muito grande estarmos abrigados agora no valoroso acervo da Biblioteca Nacional e podermos contribuir com a formação da memória do Rio de Janeiro e do Brasil”, expôs Carlos Augusto da Cidade.
Todas as edições da Folha do Centro, nesses 23 anos de existência, foram processadas tecnicamente, catalogadas e remetidas para a base de dados da Biblioteca Nacional. Pela internet é possível localizar as edições e visualizar as informações catalográficas na base de dados no site da Biblioteca. As publicações impressas ficam disponíveis para o público nas salas de leitura.
 A Biblioteca Nacional é a mais antiga instituição cultural brasileira. Possui um acervo de aproximadamente nove milhões de itens e, por isso, foi considerada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) como uma das principais bibliotecas nacionais do mundo. O acervo da Biblioteca cresce constantemente a partir da lei do depósito legal, que assegura o registro e a guarda da produção intelectual nacional, além de possibilitar o controle, a elaboração e a divulgação da Bibliografia Brasileira, bem como a defesa e a preservação da língua e da cultura nacionais.

 

 
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