FOLHA DO CENTRO - 23 ANOS DE EXISTÊNCIA Edição N° 260 - Maio de 2018.
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  Carta do Leitor  

Igreja de São Jorge no Centro
Moro no Bairro de Fátima, e todos os anos acompanho todos os eventos da igreja de São Jorge ali na Praça da República. Esse ano eu fiquei com um pouco de medo de sair cedo de casa por causa da violência e essas coisas, mas a minha devoção e a proteção do santo guerreiro foi maior e eu assisti à primeira missa do dia, às 05h00 da manhã e foi lindo sentir de perto mais uma vez a energia boa que me renova a cada ano que venho na igreja. Salve São Jorge guerreiro e diga não à intolerância religiosa!
Vanessa Vieira, 54 anos - via Facebook
População de rua
É lamentável andar pelas ruas do Centro e ver tanta população de rua, principalmente na Lapa e no Passeio Público. Eu me lembro que antes não era assim. A gente andava pelo Centro e via muitos moradores de rua, mas parece que agora são muito mais, pois eles se reúnem em grupos e ocupam os espaços e acabam intimidando as pessoas a passarem. O pior é que ainda trazem lixo, fazem suas necessidades na rua e deixam um mal cheiro insuportável. A Prefeitura deveria ter mais atenção com essa questão, pois a cidade merece cuidados, e a população de rua também merece condições mais dignas.
Diogo Martins, 42 anos – Músico
Excesso de camelôs nas ruas
Não tenho nada contra os camelôs, acho que eles também precisam trabalhar, mas acho que a situação saiu do controle. Em algumas ruas do Centro você não consegue nem andar porque as calçadas foram tomadas. Na região da Uruguaiana e do camelódromo, por exemplo, é um desafio andar pelas calçadas disputando espaço com as barracas e os produtos espalhados sendo vendidos pelo chão. Acho que a  Prefeitura deveria instalar os camelôs em algum lugar que não prejudicasse o direito de ir e vir do cidadão.
Marcelo Amaro, 39 anos - Contador
Estacionamento complicado
Está cada vez mais difícil estacionar o carro no Centro do Rio. Às vezes prefiro deixar o carro e ir com outra condução por causa de dificuldade de se estacionar nas ruas. Os estacionamentos são as únicas opções mais seguras, mas nem sempre tem um estacionamento perto de onde se pretende ir. As ruas estão ocupadas pelos guardadores de carro que se sentem os donos da rua, “alugando” um espaço que não lhe pertence para que as pessoas possam  estacionar .
Eduardo Alves, 45 anos - Comerciante

 

 
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