FOLHA DO CENTRO - 23 ANOS DE EXISTÊNCIA Edição N° 258 - Março de 2018.
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Cardiologista adverte sobre os perigos do estresse

As demandas da vida moderna muitas vezes podem ocasionar situações mentais como o estresse, e que não podem ser negligenciadas, pois interferem diretamente na saúde cardiovascular e na qualidade de vida. O não cuidado com a saúde mental pode ocasionar e inclusive agravar quadros patológicos. Um estudo apresentado no congresso de cardiologia em São Paulo no ano passado, concluiu que o manejo do estresse contribui significativamente para a redução da ocorrência de eventos cardiovasculares.
O cardiologista, Dr. Iondes João Freitas, que atende na clínica Climap, no Centro, assevera que cuidados devem ser tomados para evitar problemas em decorrência do estado emocional. “O estresse interfere muito na saúde cardiovascular. Algumas profissões e alguns estados em que a pessoa se encontra são profundamente nocivos à saúde”, declara o médico.
De acordo com o Dr. Iondes, manter um equilíbrio mental e praticar atividades físicas ajudam bastante. “O exercício físico além de manter a pessoa bem fisicamente, ajuda abaixar alguns itens do sangue e ajuda a manter os níveis dentro da normalidade, além de ativar a circulação e manter a musculatura funcional. Quando a pessoa pratica alguma atividade física, naquele momento ela se desliga dos problemas e consegue manter a cabeça um pouco melhor naquele momento, se desligando principalmente do estresse”, ensina o médico.
O cardiologista analisa os fatores de risco que podem ocasionar danos à saúde cardiovascular, tas como tabagismo, colesterol, triglicerídeo ou ácido úrico em níveis elevados. O sedentarismo, obesidade, álcool são os elementos mais comuns encontrados na população em geral. São fatores que levam a pessoa futuramente a ter algum tipo de problema.
Com o envelhecimento, a pressão arterial e o nível de colesterol tendem a aumentar. A falta de atividade física e a dieta inadequada levam ao sobrepeso e à obesidade, que também aumentam o risco cardiovascular. O infarto, por exemplo, é ainda mais frequente em homens, a partir dos 55 anos, e nas mulheres, após os 65.
Os sintomas das doenças cardíacas nas mulheres geralmente são diferentes dos sintomas nos homens. Quando o homem está prestes a ter um infarto, costuma sentir uma forte dor no peito que irradia para os braços. Já nas mulheres é comum sentir náusea, fraqueza, dores gástricas e falta de ar, que são sintomas que podem ser confundidos com outras doenças. O Dr. Iondes Freitas atende na Climap, na Rua Ubaldino do Amaral, 40 – Centro. Tel. 3438-5445.

 

 
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