FOLHA DO CENTRO - 23 ANOS DE EXISTÊNCIA Edição N° 255 - Dezembro de 2017.
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  Carta do Leitor  
Carta do Leitor, traz críticas, sugestões e elogios de moradores do Centro do Rio

Praça da Cruz Vermelha
Trabalho no INCA e às vezes paro na Praça da Cruz Vermelha para descansar um pouco na hora do almoço e conversar com os colegas. É muito ruim ver a praça assim nessa situação crítica, ocupada pelos moradores de rua, sem manutenção e sem cuidados. Os moradores de rua acabam deitando nos bancos e quase não sobra espaço para sentar. Nada contra a população de rua, cada um tem a sua situação, mas aqui eles cozinham, fazem uma baderna, deixam sacos espalhados e papelão para todo lado. A Prefeitura e as autoridades deveriam ter uma atenção especial aqui com a Praça porque é um local de lazer. As pessoas param aqui para conversar, descansar ou para esperar alguém. Até mesmo parentes de pacientes do INCA poderiam ficar na Praça enquanto esperam, mas nessa situação fica difícil alguém querer ficar aqui.
Thiago Moraes, 25 anos – Aux. Enfermagem
Praça da Cruz Vermelha II
Trabalho aqui em frente à Praça Cruz Vermelha e queria que a Praça fosse uma área de laser mesmo, porque quem mora por aqui não tem uma área de lazer. Se a praça fosse bem cuidada, teria um lugar para as crianças brincarem e as famílias virem. Nada contra os moradores de rua que ficam na Praça, mas infelizmente atrapalha muito. Fica um mau cheiro, uma bagunça, a Prefeitura aparece para cuidar só de vez em quando, logo em seguida volta tudo como era antes. Atrapalha para a gente do comércio. As pessoas deixam de frequentar um bar, uma padaria, um restaurante, uma loja qualquer porque o ambiente fica desagradável.
Vera Montesano, 63anos – Comerciante
Disco de Vinil, CDs e DVDs
A Folha do Centro valoriza e destaca tudo aqui no Centro. Eu trabalho com duas lojas aqui na cidade onde comercializo CDs, DVDs e em uma delas também vinil, um mercado que hoje em dia está em extinção. Presentear com um CD ou um DVD, tem todo um romantismo, um saudosismo e as pessoas ficam felizes ao receber um do artista que ela gosta. Jovem não consome nada, jovem só pensa em mp3 e smartphone. Nós éramos 250 lojas aqui no Rio, hoje somos 15. Lojas. Existem apenas quatro no Rio de Janeiro que trabalham com usados, assim como eu trabalho. Eu tenho 50 anos nesse ramo, conheço música e gosto do que eu faço. Não tenho mais a idade para mudar de ramo, mas tenho certeza que é um comércio que jamais irá acabar. Neste natal, vamos dar CDs e DVDs de presente para quem a gente gosta!
Rinaldi Duarte, 73 anos – Comerciante
Bonde de Santa Teresa
No feriado prolongado me reuni com uns amigos e fomos passear pelo Centro do Rio. Fomos ao Museu do Amanhã, ao Boulevard Olímpico, à Lapa, um passeio bastante agradável. Uma amiga sugeriu andarmos no Bondinho por cima dos Arcos da Lapa e ficamos surpreendidos ao chegar à estação e ver que o bilhete custava R$ 20. Só moradores cadastrados não pagam, nem mesmo os cariocas tem qualquer tipo de desconto. Lembro-me que antes do acidente, o Bondinho custava alguns centavos. Não chegava nem a custar um real. Estávamos com um grupo de oito amigos e teríamos que desembolsar R$ 160 para o passeio. Preferimos parar num barzinho e gastar na Cinelândia. Poderíamos ter consumido em Santa Teresa, como queríamos se o valor do Bonde não fosse tão alto, ou pelo menos se tivesse desconto para morador da cidade.
Gabriel Alves, 22 anos – Vendedor de Telefonia
Museu do Amanhã
Trabalho aqui no Centro, na Av. Rio Branco e achei bem legal esse espaço para o leitor. Sempre passei por perto do Museu do Amanhã, mas nunca entrei para conhecer. Uma amiga me convidou para ir com ela na hora do almoço e eu fiquei apaixonada! Lugar muito lindo, tudo limpinho, organizado, não tinham filas grandes e os espaços são maravilhosos. Adorei a vista para a Baía de Guanabara na parte de trás. Toda terça-feira, o Museu é de graça e eu recomendo muito um passeio por lá. Muitos estudantes fazem caravanas, do lado de fora ficam sentados conversando e se divertindo. É um lugar muito saudável e gostoso. Quero voltar e levar toda a minha família.
Jéssica Souza, 32 anos – Aux. Administrativa

 

 
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